Rainha Mãe
21 de janeiro de 2026

Beleza, nobreza, auto-valor e resgate de um poder, valor, estética que foi invisibilizado no início da história Brasileira, porém temos reflexos desse apagamento e invisibilidade até hoje. Essa pequena pintura, em técnica mista com colagem, de 15x20cm iniciou a série das Rainhas (e agora também Reis) de África e Diáspora.

“Mais do que a relação com a minha vivência em Angola e África, tem muito a ver com um resgate de auto-valor do povo negro, a partir de minhas histórias ancestrais e de vida, de certo preconceito com minha herança mestiça e cabelos afro.”